

Funcionários colam código, contratos e dados de clientes no ChatGPT todos os dias. Veja como a Foccus TI e a Red Access protegem a navegação e o uso de IA generativa sem frear a produtividade.
A IA generativa já faz parte da rotina: o analista pede um resumo de contrato, o desenvolvedor pede revisão de código, o comercial pede ajuda para montar uma proposta. É produtivo, mas cada prompt é uma possível saída de dados da empresa.
O problema é que isso acontece em segundos, dentro de uma sessão web comum. Firewalls e DLPs tradicionais não foram desenhados para enxergar o que é digitado ou colado em um chat. Segundo a Red Access, CASB e DLP legados não veem o que acontece dentro da sessão do site. Isso inclui dados sensíveis colados em prompts, uso de contas pessoais, extensões de IA não homologadas e falta de visibilidade em dispositivos pessoais.
O exemplo mais conhecido é o da Samsung. Em abril de 2023, engenheiros da empresa vazaram acidentalmente código-fonte interno ao carregá-lo no ChatGPT, segundo memorando visto pela Bloomberg. Depois do episódio, a Samsung proibiu o uso de ferramentas de IA generativa por funcionários em dispositivos e redes da empresa.
De acordo com o veículo coreano The Economist, reportado pelo Tecnoblog, foram três ocorrências em cerca de 20 dias. Em uma delas, um funcionário colou o código-fonte de um programa de medição de banco de dados de fábrica para encontrar erros. Outros casos envolveram a otimização de um software interno e a transformação de notas de reunião em apresentação. Ninguém ali agiu de má-fé. Eram profissionais tentando trabalhar mais rápido, e isso torna o risco mais difícil de controlar.
A resposta da Samsung foi proibir o uso. Foi a saída mais rápida, mas ela custa produtividade e costuma levar os usuários a ferramentas pessoais, fora de qualquer controle. O caminho mais maduro é permitir a IA com governança.
A Foccus TI, em parceria com a Red Access, ajuda empresas a usar IA generativa com segurança, sem proibições amplas. A Red Access é uma plataforma de segurança para navegação e sessões web, e a plataforma funciona sem agentes. Ela atua sobre a sessão do usuário, no ponto em que prompts, arquivos e credenciais se encontram. Na prática, funciona assim:
A proteção de dados também vai além da IA. A plataforma cobre PII, PCI, registros financeiros, código-fonte, segredos e propriedade intelectual, com bloqueio de uploads, prompts, área de transferência e mensagens.
Muitas empresas adiam um projeto de SSE (Security Service Edge) por medo de migração de rede, troca de firewall e meses de implantação. A Red Access anunciou um SSE nativo de firewall, uma camada em nuvem sem agentes que adiciona SSE, segurança de GenAI e proteção independente de navegador ao firewall que a empresa já tem.
A Red Access também foi apontada como líder no Gigaom Radar para Secure Enterprise Browsing 2025.
A Foccus TI pode fazer um diagnóstico do seu cenário de navegação e uso de IA e demonstrar a Red Access no seu ambiente. Agende uma conversa comigo.
Por Alvaro de Oliveira Neto, Diretor de BU Datacenter & Networking, Foccus Tecnologia.
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